Segurança da Informação e redução de custo podem andar juntas!

2018-06-12T13:51:47+00:0012/06/2018|

Quando se fala que o Brasil já é o sétimo país do mundo no ranking de ciberataques (você já leu sobre isso aqui no blog), muitos líderes de TI pensam imediatamente em ampliar os investimentos em segurança da informação.

Não é para menos. No entanto, aprovar esses novos investimentos com os demais membros do board nem sempre é tarefa fácil, principalmente, se esse capital não estava previsto no planejamento.

Nesse caso, há dois caminhos que podem ser tomados e que devem ser avaliados pelo gestor de TI, antes de apresentar o projeto:

  1. Aumentar o investimento em infraestrutura própria  
  2. Fazer uma aliança estratégica com um parceiro especializado

Na primeira situação, é preciso fazer um alto investimento para aquisição de máquinas e equipamentos do data center que entram na sua contabilidade como ativos fixos. Conhecido como CAPEX (Capital Expenditure), esse tipo investimento entra no seu balanço patrimonial como aumento de patrimônio e sua empresa paga imposto sobre o bem – que ainda sofre depreciação ao longo do tempo.

Quando há investimento em ativo fixos, também é importante considerar o custo que manter essa infraestrutura dentro de casa vai gerar: é o chamado “custo total da posse” (TCO – total cost of ownership). Ou seja, nessa conta é necessário considerar custos com:

  • Manutenção constante para garantir a segurança dos dados;
  • Seguro específico para os equipamentos;
  • Pessoal qualificado e atualizado;
  • Despesas com energia elétrica;
  • Etc.

Como os cibercriminosos estão sempre buscando novas brechas para burlar seu sistema de segurança da informação, é preciso estar sempre atento ao funcionamento da infraestrutura e isso vai consumir tempo e energia da equipe de TI.

No segundo caso, a questão do custo muda completamente e ainda agrega mais benefícios em cibersegurança. Veja só:

Quando o gestor de TI conta com um fornecedor especializado para abrigar seus dados, toda a responsabilidade pelo perfeito funcionamento do data center passa a ser desse fornecedor. Com isso, o time de TI pode voltar suas energias para pensar em soluções que impulsionem os resultados do negócio e não mais consumindo horas com atividades não relacionadas ao core business da empresa.

Nessa situação, o valor pago mensalmente ao parceiro é registrado pela contabilidade como OPEX (Operational Expenditure), ou seja, é um custo operacional que a empresa precisa ter para oferecer seu produto (ou serviço) ao mercado. O destaque é que sendo um custo operacional, ele é dedutível do imposto de renda.

O valor da mensalidade é dividido entre todos os clientes do fornecedor, viabilizando o acesso aos melhores serviços e profissionais – o que é vital para a segurança da informação do seu negócio, certo?

Um parceiro especializado como nós da IT Brasil, por exemplo, consegue oferecer soluções de ponta em Tecnologia, Informação e Comunicação (TIC), a um custo extremamente competitivo!

Sendo parceira diamante da Algar, a IT Brasil conta com uma equipe técnica de alto nível apaixonada por servir e, por isso, com um atendimento diferenciado. Assim, seus dados estarão em segurança e seu time de TI terá todo o suporte necessário para ser percebido como um pólo de inovação dentro da empresa.

Faça as contas e fale conosco! Será uma alegria agendar uma reunião com você.

Até breve!